Smart Contract
- mirisbensiman
- 5 de nov. de 2025
- 1 min de leitura
Atualizado: há 3 dias

testeO universo do direito está passando vem passando por uma grande transformação nos últimos tempos.
Seja por automação ou inteligência artificial, o setor jurídico está se exigindo, cada dia mais e mais rápido, um novo modo de pensar dos seus profissionais. E, também de agir.
Em que pese um gama enorme de oportunidades que estão se abrindo, o setor jurídico, atual, exige aperfeiçoamentos tecnológicos. Também mentais.
Advogados devem se preparar para a disrupção da prática do direito.
Destaco a mais primordial e encantadora disrupção da “velha” prática do direito: os Smart Contracts. Os smart contracts estão transformando a forma como o direito está estruturado, de forma a auxiliar a sociedade e salvaguardar os direitos individuais de cada indivíduo.
Tem dúvidas de que os smart contracts estão entre nós? Então pense nas máquinas de refrigerante e salgadinhos instaladas nas recepções de hotéis e hospitais. Essas máquinas possuem não só o código contratual que gera toda essa relação, mas vão além. Elas também protegem aquela propriedade. Protege tanto o dinheiro depositado para compra do produto, como também, a lata de refrigerante que está ali depositada.
Todo esse mecanismo. Essa inovação. Essa tecnologia, chega para tornar as relações mais justas.
Mas o contrato inteligente não é a totalidade de uma relação contratual. E, talvez, esse seja um dos principais desafios do direito: perceber o que deve ser objeto de um contrato inteligente e gerido por um programa de computador e o que não faz sentido.
Como diria NICK SZABO : “Contratos implementados com programas de uma rede de computadores são “mais inteligentes” do que seus ancestrais inanimados baseados em papel. Nenhum uso de inteligência artificial está implícito.”

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